Intérprete que dá um "máster classe", sem currículo pedagógico (e sim com um currículo como intérprete) o que pode fazer é passar o que ele sabe e o resto imitar. Não esqueçam, toda metodologia que não externe a identidade do aluno, é trabalho perdido para quem ensina e tempo perdido para o aluno. Lógico que sempre adquirimos um conhecimento, mais ninguém pagaria R$500 por um sanduíche de Mac Donald ...e tem muitos que pagam.
Temos que clarificar a palavra MESTRE.
Pode ser mestre na interpretação ou mestre no ensino.
Quando se fala de interpretação o correto é mestre na interpretação, mais quando se fala no ensino é fundamental saber de seu currículo pedagógico, a metodologia aplicada,Raphael nos lembra de Neil Peart e faltou o colega de estudo, Dave Weckl. Ambos estão estudando...com um MESTRE !...uma pessoa que se dedicou ao ensino e que fica preocupado pelo mais importante: externar a identidade do aluno.
Quem não ensina a ler, escrever, compor idéias, não pode ser chamado de mestre, por estar formando aluno semi alfabetizados, por dar a lição pronta, fotocopiada ou com "o método próprio da escola" como chamam (que não deixa de ser uma copia). Olha, por mais que esteja numa escola com marketing, que esteja a anos dentro de uma sala de aula, essa pessoa não pode ser chamada de mestre no ensino da bateria.
MESTRE é luz, não uma lanterna que mostra uma pequena parte do caminho. MESTRE é aquele que mostra uma estrela e não esquece do firmamento.
O MESTRE em bateria ensina a criar, sem transferir identidades. |